Mostrando postagens com marcador Pelo Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pelo Mundo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Chega de violência!!!
Esse é o grito abafado de milhões de vítimas de abusos físico, psicológico e econômico. O clamor vem de crianças indefesas, mulheres sofredoras e idosos fragilizados. Diante desse quadro, muitos são tentados a perguntar como Castro Alves:
"Deus! Oh, Deus! Onde estás que não resondes?"
Essa pergunta é injusta, pois Deus não é surdo nem mudo.
Ele ouve e respnde por meio de nossas iniciativas e ações em favor dos que têm medo de quebrar o silêncio. 
Participe da campanha "Acabe agora com isso", para que a luz da esperança brilhe no coração das vítimas da violência.

Amor X Violência - À LUZ DAS ESCRITURAS.



Paul Petersen
Secretário de Campo da Divisão Sul do Pacífico
Em minha terra natal, Groenlândia, a maior ilha do planeta, os homens costumam perguntar uns para os outros, em tom de brincadeira: “Você já parou de bater na sua mulher?” Não há uma resposta correta para essa pergunta; quer seja “Sim” ou “Não”, você terá problemas. Lembro-me de quando era menino que não era nada divertido quando nos diziam para não bater nas meninas. No entanto, elas podiam nos arranhar ou mesmo morder, e eu era um pobre menino indefeso.
Posteriormente, recebi notícias estranhas de Nuuk, capital da Groenlândia, onde um de meus amigos estava trabalhando. Depois de várias divergências no lar, a esposa acabou atacando violentamente o marido. Imagine, as mulheres batendo nos homens!
Infelizmente a realidade não é uma piada. A violência e o abuso no lar são algo terrível. Onde uma vez dominava o amor, hoje impera o temor. No início do relacionamento, estavam atraídos um ao outro por sentimentos de grande afeição; agora, o homem e a mulher estão emocionalmente enredados em uma história comum de violência, retribuição e tentativas cada vez mais fúteis de reconciliação. As crianças crescem em meio a essa violência como o modelo predominante de resposta para todas as situações de crise.
Faz parte de minha natureza, como ser humano egoísta, tentar justificar meus atos depois do fato. Várias culturas podem usar o que se entende por desculpa aceitável para um comportamento anormal. Faz parte da natureza de qualquer pessoa religiosa na cultura cristã tentar desculpar seus atos egoístas apelando para a Bíblia, a autoridade aceita. Por esta razão, as pessoas, às vezes, justificam o abuso e a violência usando os textos bíblicos. “Minha esposa deve submeter-se”, reivindica o marido, referindo-se a Efésios 5:22. Assim, a falta de submissão indica que eu, como homem, devo educar, ensinar e mesmo corrigir minha dócil esposa? Colocá-la no devido lugar? E deixamos de observar o que está na Bíblia, de capa a capa, pelo fato de que “o homem é o cabeça”? No entanto, considere as leis divinas dadas a Moisés.
A Bíblia trata da questão da violência e do abuso no lar? Em alguma parte dos escritos sagrados está implícito se o marido ou a mulher pode ou não agredir o cônjuge? A verdade é que nem o Antigo nem o Novo Testamentos silenciam sobre esta questão. Os ensinos apresentados no texto sagrado são coerentes e consistentes.
Cultura e Leis do Velho Testamento
Não há dúvida de que as culturas nas quais a Bíblia foi produzida eram dominadas por homens e que as mulheres tinham muito poucos direitos legais, se é que podiam fazer uso deles e, com muita freqüência, sofriam abuso. Mas devemos esclarecer um ponto: o fato histórico não é uma necessidade ética; a descrição histórica não implica em prescrição divina.
As leis divinas partilhadas por Moisés, de muitas formas, atendiam aos grupos mais fracos na sociedade, tentando proteger a viúva, o órfão e o pobre contra as conseqüências de tantas maldades que já eram praticadas. Deus nunca desculpou a escravidão e, por reconhecer a sua existência, deu leis que garantiam alguma proteção contra um abuso maior (assim como vemos em Êxodo 21:7-11 e Deuteronômio 21:10-24).
No ideal de Deus não deveria, jamais, existir o divórcio, mas quando os homens repudiavam, isto é, mandavam embora a esposa, Deus buscou proteger as mulheres contra o abuso extremo e assegurar-lhes o direito de se casarem novamente e de estarem socialmente seguras, ao prover leis de certificado de divórcio (Deuteronômio 24:1-4). Comparando-se com todas as leis conhecidas nas culturas do Antigo Oriente, esta lei era única em sua tentativa de proteger as mulheres. Deus reconhecia a realidade e falou a uma determinada cultura para estabelecer as melhores leis possíveis sob tais circunstâncias.
Destacamos ainda que é necessário estarmos cientes do fato de que as leis do Antigo Testamento eram leis usuais. A maioria delas era transmitida de forma oral. As leis escritas eram exemplos únicos em conflito com a tradição ou eram referentes a casos extremos que serviam como exemplo para situações similares menos extremas.
Este antecedente ajuda-nos a entender o escopo e as conseqüências de algumas leis que de outra forma não seriam tão bem compreendidas. Por exemplo, se um homem ferisse seu escravo, homem ou mulher, por tê-lo espancado, esse escravo deveria ser libertado (Êxodo 21:26-27). Esta era uma situação extrema. O escravo pertencia, socialmente, à classe mais inferior na casa. Conseqüentemente, os judeus compreendiam que a lei implicava em que o homem, certamente, também não devia bater na esposa. Ou ainda, considere a lei descrita em Êxodo 21:8-11. Ela protege a esposa da escrava, pois naqueles tempos esta poderia acabar sendo a segunda esposa na casa. Exigia-se que o homem lhe fornecesse três elementos básicos: alimento, vestuário e direitos conjugais / alegria nupcial.
Na cultura judaica, essa lei torna-se parte do fundamento para as decisões referentes ao casamento. Nos dias de Jesus, todas as cortes rabínicas concordavam que o homem era obrigado a cumprir esses três elementos básicos para com sua esposa. Por lei, a mulher não tinha permissão para pedir o divórcio (esta era prerrogativa do homem), no entanto, se o homem não suprisse essas necessidades, ela poderia procurar os juízes que iriam ordenar que o marido assumisse essa responsabilidade, pois, do contrário, seria multado. As multas eram tais que o obrigavam a tratar a esposa com decência ou divorciar-se dela a fim de que estivesse livre para se casar novamente.
Lei e Cultura no Novo Testamento
Jesus nunca tratou especificamente das leis referentes ao divórcio, mas pediram-Lhe para tomar posição quanto uma outra batalha legal travada entre as diversas escolas rabínicas de Seus dias. Ele tomou posição (cf. Mateus 19:3-10) de que o homem não tinha permissão para se separar de sua esposa por qualquer motivo, além da quebra do mandamento. Além disso, ele enfatizou o ideal original proposto para o homem. Nunca foi propósito de Deus que o casamento fracassasse. No entanto, este é um fato que ocorre, “por causa da dureza” do coração, não temos como negar.
Alguma vez Jesus falou sobre como viver um com o outro, de tal forma que o casamento sobrevivesse aos desafios da vida? Certamente que sim. A declaração feita por Jesus de ”amar de amar os inimigos” provê o fundamento. Este é outro exemplo de um caso extremo. Se devemos oferecer a outra face (Mateus 5:39), certamente está implícito que não devemos bater na esposa, a pessoa da nossa maior intimidade. Com isso, Jesus não está requerendo que você bata duas vezes no rosto de sua esposa; antes, ordena que você não use de violência. A vida conjugal, com amor mútuo, irá manter o casamento intacto.
Considere agora o fruto do Espírito descrito por Paulo, em Gálatas 5:22 e 23. Ele consiste de amor, alegria, paz e também de bondade, amabilidade e de domínio próprio. Bater em minha esposa, de maneira nenhuma pode ser compatível contra estes valores.
Que ninguém se engane! A Bíblia, em parte alguma, justifica o abuso e a violência contra outra pessoa, nem mesmo contra um inimigo e muito menos com aqueles que são mais achegados a nós. Não devemos abusar da Bíblia dessa forma!
O problema da violência no lar é uma trágica realidade. Necessitamos reconhecer o abuso e a violência em todas as suas faces, por aquilo que são, e evitar qualquer tentativa de usar a Bíblia para justificar o mal. Deus deseja ajudar todos aqueles que de alguma forma estejam enredados em tais situações. Não é Seu desejo que o amor venha a morrer e que os casamentos cheguem ao fim. Muitos bons conselheiros cristãos recebem instrução para ajudar os casais vitimados por essa situação. O que a Bíblia ensina sobre esse tema é claro e patente!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Professores perdem estímulos de ensinar.

Com base em diferentes estudos,  ser professor é uma atividade de risco. Não é difícil entender. Não são raros os professores que já sofreram ameaças. E a lista de educadores vítimas de violência cresce a cada dia.
A reportagem ainda trouxe outros dados. Por causa dos atos de agressão e ameaças, a maioria dos professores perdeu o estímulo de dar aulas. Muitos se sentem num quadro semelhante ao de pânico quando atravessam os portões da escola ou a porta da sala de aula. Em classe, mais de 67% acredita ter perdido a autoridade. Eles não conseguem controlar a molecada. Para manter o mínimo de respeito, vários dele gastam parte do tempo gritando com os estudantes.
Outro dado: 84,2% dos educadores acreditam que seus alunos não prestam atenção na aula e nem valorizam o conteúdo apresentado.
Quadro tão devastador gera estresse. Em outros casos, depressão. O déficit de professores no Brasil é grande. Faltam educadores. Certas disciplinas, como matemática, física, química e até geografia e história, carecem de novos profissionais. Mas, se a remuneração nunca foi atrativa, o risco de agressão e o sentimento de ser ignorado em sala desmotiva potenciais candidatos a educador.
É lamentável. Quem segue em sala de aula ou é idealista ou insiste na profissão por não encontrar outra alternativa. Mas o pior é notar a passividade de nossas autoridades e o alheamento de nossa parte. Se as autoridades governamentais pouco fazem para mudar a realidade, nós também somos responsáveis pela instalação do caos na educação.
A violência que acontece nas escolas é reflexo de uma sociedade que vê na escola um local para se aprender a ler e escrever – ou para aprender uma profissão. Tem ainda uma parcela significativa da população que olha para as instituições de ensino como depósitos de crianças – um ambiente em que se deixa o filho enquanto o pai e a mãe trabalham.
Há saída para situação tão apocalíptica? Talvez sim. Passa, primeiro, pela educação dentro de casa. Filhos disciplinados são alunos respeitosos, que reconhecem a autoridade do professor. Mas para avançarmos é preciso mais. Nós, adultos, devemos nos envolver com a escola. Buscar identificar os problemas, dialogar com professores, coordenadores de ensino e diretores. Identificadas as principais deficiências, devemos cobrar das autoridades as mudanças necessárias.
Nossa tarefa não é tão simples, mas é plenamente possível. O que não podemos é apenas nos indignarmos com dados tão negativos da educação e nos mantermos passivos. Notícias tristes como essa de que nossos professores estão desmotivados por serem agredidos física ou verbalmente deveriam mexer conosco a ponto de tomarmos uma atitude – talvez a primeira delas seria procurarmos identificar quais são os problemas da escola de nossos filhos… O que não podemos aceitar é que continuemos recolhidos em nossas casas, tecendo críticas, mas nada fazendo além de ler, ouvir ou assistir o noticiário.
Comentário: Ronaldo Nezo

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Arrebatamento em 21 de Maio de 2011???

10/05/2011 - 21h16 -  Folha.com

Evangélicos americanos anunciam fim do mundo para dia 21 de maio

Publicidade
DA EFE, EM TORONTO (CANADÁ)
O grupo cristão evangélico americano Family Radio comprou dezenas de outdoors nas principais cidades dos Estados Unidos e Canadá para anunciar que o Dia do Juízo Final será no dia 21 de maio.
Desta forma, o Family Radio, um grupo evangélico cristão com sede na Califórnia, lançou uma campanha mundial na qual adverte que só os verdadeiros crentes se salvarão.

Em seu site:                   http://www.ebiblefellowship.com/pt/may21_pt.html
http://asgrandesrevelacoes.blogspot.com/2011/04/arrebatamento-em-21-de-maio-2011.html
Assim como nas ruas, o grupo adverte que "O Dia do Juízo Final é o dia 21 de maio de 2011. A Bíblia garante. Faltam 11 dias".
Segundo o grupo, o presidente da Family Radio, Harold Camping, chegou à conclusão que o fim do mundo será em 21 de maio de 2011 após estudar a Bíblia e porque é exatamente 7 mil anos depois do episódio que Noé se salva do Dilúvio Universal segundo, o texto religioso.
"A Sagrada Bíblia dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final" acrescenta no site do grupo.
O Family Radio considera que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra.

A reportagem acima me faz pensar, que as pessoas estão mais preocupadas em saber a data da volta de Cristo, do que salvar vidas; acredito que todo aquele que lê, estuda a Bíblia, procura manter um relacionamento diário com Deus, tem como foco principal a salvação das pessoas.
Afinal sabemos que Jesus deixou os sinais da sua volta, e que ela está próxima. Sendo assim, devemos trabalhar mais para sua volta ser o mais breve possível.
Mateus 9:37 - Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros.